Um dos melhores, mais bem documentados e completos blog´s sobre a Tuna e que já andava para colocar aqui faz tempo. Dom Rafael "Chencho" é o mestre de cerimónias deste espaço absolutamente excelente a todos os níveis, um livro de história tuneril da mais altíssima qualidade.
Aproveitem as férias para percorrer os vários e interessantes artigos e documentos que estão online. Simplesmente magnifico, o que é de esperar vindo de quem vem e da tuna que é, uma das poucas a documentar de forma absolutamente correcta e eficaz, deixando um legado para tempos vindouros. Um must.
Quinta-feira, Julho 28, 2011
A Aventura do Blog.....
SMS do dia...
Foi preciso chegar a meio do ano corrente mas o Notas & Melodias lá voltou a surgir de facto, ou seja, regressou à versão escrita depois de meio ano em "modo banda desenhada".
Saúda-se o regresso e espera-se que em definitivo; é que para ver bonecos há por aí muito sitio na net, meu caro. Já reflexões sérias sobre este pequeno grande mundo, isso aí é que rareia....
Welcome back...
Saúda-se o regresso e espera-se que em definitivo; é que para ver bonecos há por aí muito sitio na net, meu caro. Já reflexões sérias sobre este pequeno grande mundo, isso aí é que rareia....
Welcome back...
A Aventura High-Tech-Tuna.....
Tópico típico da época, fica o aviso.
Ando por estes dias às voltas - e por vários motivos - com questões do género rede wireless, router´s, tablet´s e afins, o que me trouxe à memória, confesso, os tempos gloriosos do ZX Spectrum, onde para jogar um simples jogo de plataformas - tipo o Chukie Egg - tínhamos de esperar 5 minutos e pelo menos para que o mesmo, gravado então em cassete (sim, aquele rectângulo com uma fita dentro... ) carregasse e isto depois do clássico "LOAD ASPAS ASPAS". A verdade é que a malta entusiasmava-se bastante com muito pouco, esta é a mais pura das verdades, olhando à tecnologia dos dias de hoje e ao que a mesma nos disponibiliza.
Hoje, estamos lá, como dizia o spot publicitário de uma certa operadora de rede móvel. Mas será que estamos mesmo lá? Ou seja, será que hoje o virtual consegue colmatar assim tanto o real? Eu tenho uma visão muito prática destas questões que se resume à facilidade em si mesma. Muitas vezes a questão de fundo prende-se com substituir o real pelo virtual, o que pode trazer dissabores a alguns. Por muito que se virtualmente isto e aquilo, a verdade é que na realidade as coisas são distintas.
E em Tunas vemos precisamente isso, uma decalage entre o que o virtual nos mostra e o que a realidade acaba por revelar de facto, sendo que raramente estão correctamente alinhadas uma com a outra, ou seja, são raros os exemplos de correcta correspondência entre o que é uma tuna no plano virtual e depois no plano real. Dados para reflectir. Noutro campo, a Internet aproximou sobremaneira as tunas e os tunos, essa é uma verdade incontornável. Para o bom e para o mau. Como em tudo na vida.
Bom, a verdade é que malta, hoje, consegue estar online praticamente durante todo o tempo em que se encontra acordado e pelo menos: Android para a frente e para trás, mais IPhone menos IPad, a verdade é que estamos lá. Mas....lá.....onde? Bom, enquanto descubro e não descubro, volto para o meu tab.....
Ando por estes dias às voltas - e por vários motivos - com questões do género rede wireless, router´s, tablet´s e afins, o que me trouxe à memória, confesso, os tempos gloriosos do ZX Spectrum, onde para jogar um simples jogo de plataformas - tipo o Chukie Egg - tínhamos de esperar 5 minutos e pelo menos para que o mesmo, gravado então em cassete (sim, aquele rectângulo com uma fita dentro... ) carregasse e isto depois do clássico "LOAD ASPAS ASPAS". A verdade é que a malta entusiasmava-se bastante com muito pouco, esta é a mais pura das verdades, olhando à tecnologia dos dias de hoje e ao que a mesma nos disponibiliza.
Hoje, estamos lá, como dizia o spot publicitário de uma certa operadora de rede móvel. Mas será que estamos mesmo lá? Ou seja, será que hoje o virtual consegue colmatar assim tanto o real? Eu tenho uma visão muito prática destas questões que se resume à facilidade em si mesma. Muitas vezes a questão de fundo prende-se com substituir o real pelo virtual, o que pode trazer dissabores a alguns. Por muito que se virtualmente isto e aquilo, a verdade é que na realidade as coisas são distintas.
E em Tunas vemos precisamente isso, uma decalage entre o que o virtual nos mostra e o que a realidade acaba por revelar de facto, sendo que raramente estão correctamente alinhadas uma com a outra, ou seja, são raros os exemplos de correcta correspondência entre o que é uma tuna no plano virtual e depois no plano real. Dados para reflectir. Noutro campo, a Internet aproximou sobremaneira as tunas e os tunos, essa é uma verdade incontornável. Para o bom e para o mau. Como em tudo na vida.
Bom, a verdade é que malta, hoje, consegue estar online praticamente durante todo o tempo em que se encontra acordado e pelo menos: Android para a frente e para trás, mais IPhone menos IPad, a verdade é que estamos lá. Mas....lá.....onde? Bom, enquanto descubro e não descubro, volto para o meu tab.....
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High-Tech-Tuna...
Terça-feira, Julho 26, 2011
SMS do dia (em plena silly season....)
A dispensa de uso de gravata não é uma inovação deste Governo; já há muito que alguns Tunos as dispensam....:))))
Terça-feira, Julho 12, 2011
A Aventura do ENT - Parte 4, já nem sei....
Após algumas edições do ENT, e desde a 1ª em Évora, que se podem retirar algumas ilações relativamente pacíficas sobre a evolução pretensa do mesmo encontro; já outras ilações não serão – admito – simplesmente pacíficas, podendo aqui e ali gerar alguma controvérsia saudável sobre o propósito do mesmo. Por partes então:
- As várias edições do ENT e até hoje configuram uma espécie de montanha-russa, ora algumas de elevada carga formativa, ora outras de elevada carga demonstrativa – no que toca a workshop´s e afins. Regra geral o desequilíbrio entre as duas componentes foi uma constante, sendo que essa inconstância prejudica seriamente as várias expectativas de quem se desloca de vários pontos do país para participar no ENT. Ora, sendo este um momento por excelência de formação e informação, tenho para mim – e porque foi para isso que o ENT foi criado – que urge dar mais ênfase à parte formativa do que aos workshop´s, a haver algum desequilíbrio; o contrário é “matar” o ENT à nascença. Nada contra os workshop´s, refira-se, no entanto, o ENT não é o momento por excelência da prática porque essa todos os tunos e tunas já a têm ao longo do ano.
- O ENT raramente foi consequente entre edições, ou seja, raramente teve ligação o que foi debatido/falado/whatever entre uma edição e a seguinte. Se tal pode ser uma mais valia, tornando-os estanques e não repetitivos, recordo agora que o tema tuneril é tão abrangente a ponto de dentro de um mesmo ENT se poder tecer uma teia de relacionamento entre os vários temas e afins contidos na sua programação, logo, poder-se-ia ligar, conectar, algo que de trás venha e que possa, um ano depois, continuar a debater-se mas com outro registo. Evitar-se-ia, com tal, debates estéreis e repetidos sim mas na mesmíssima tecla que antes já fora tocada também ela vezes sem conta. Há muitas receitas de bacalhau, como saberão.
- A constante insistência em se debater coisas comezinhas, pequenas e insignificantes tem dois efeitos altamente perversos: o 1º é o comezinho em si mesmo que é por tal, completamente dispensável, o chamado não-assunto, a trica e a nica, a fulanização deste ou daquele; o 2º é roubar descaradamente tempo útil e precioso para temáticas abrangentes, pertinentes e importantes. Não se percebe de todo que interesse tem discutir-se p.ex. a existência de quarentunas em Portugal quando só agora as mesmas surgem (ou seja, não há histórico para trás, sequer) e outra será falar-se sobre as causas que levam, cada vez mais, a surgirem grupos de quarentões a formarem tunas veteranas. Em suma, é urgente o elevar, por sistema e ao longo de toda e qualquer edição do ENT, a qualidade do debate a ter-se, colocá-lo num patamar que sirva tudo e todos numa fasquia alta - e não nivelar por baixo como por vezes ocorre; nada que o estudante universitário não esteja habituado.
- O modelo seguido em todas as edições, na sua estrutura, é demasiadamente ortodoxo porque estanque, fixo e não tem evoluído como deveria ao longo das várias edições. Há que pensar o ENT a cada edição, de forma a torná-lo mais atractivo, mantendo a sua génese e evoluindo na forma como é apresentado, na sequência, na estrutura evolutiva dentro do mesmo. Pode-se, p.ex. “pegar” num tema genérico e o mesmo acompanhar o ENT desde a palestra, passando pelo debate e seu contraditório, indo à tertúlia e terminando até num workshop mais abrangente. Como disse antes, o tema tuneril é absolutamente rico e consegue facilmente de um tema genérico percorrer variadíssimos pontos colaterais ou relacionados com o tema base, genérico. Andar-se a saltar de tema estanque para tema estanque é, num curto espaço de tempo de um fim-de-semana de ENT, algo pesado para os participantes, digo eu. Agilizar as temáticas é importante.
- No formato da sua apresentação há que evoluir sobremaneira: a forma de apresentar uma palestra p.ex. tem de ser mais leve, mais hábil, mais tentadora, inovadora e cativante a todos os que assistem, diminuindo assim os bocejos. Tarefa de quem apresenta os mesmos mas também de quem se predispõe a assistir de forma interessada. O contraditório é importante para suavizar os trabalhos do ENT. Mas atenção, contraditório com bom senso, sempre, de todos os intervenientes.
Ficam as dicas….mas mandem mais….!
- As várias edições do ENT e até hoje configuram uma espécie de montanha-russa, ora algumas de elevada carga formativa, ora outras de elevada carga demonstrativa – no que toca a workshop´s e afins. Regra geral o desequilíbrio entre as duas componentes foi uma constante, sendo que essa inconstância prejudica seriamente as várias expectativas de quem se desloca de vários pontos do país para participar no ENT. Ora, sendo este um momento por excelência de formação e informação, tenho para mim – e porque foi para isso que o ENT foi criado – que urge dar mais ênfase à parte formativa do que aos workshop´s, a haver algum desequilíbrio; o contrário é “matar” o ENT à nascença. Nada contra os workshop´s, refira-se, no entanto, o ENT não é o momento por excelência da prática porque essa todos os tunos e tunas já a têm ao longo do ano.
- O ENT raramente foi consequente entre edições, ou seja, raramente teve ligação o que foi debatido/falado/whatever entre uma edição e a seguinte. Se tal pode ser uma mais valia, tornando-os estanques e não repetitivos, recordo agora que o tema tuneril é tão abrangente a ponto de dentro de um mesmo ENT se poder tecer uma teia de relacionamento entre os vários temas e afins contidos na sua programação, logo, poder-se-ia ligar, conectar, algo que de trás venha e que possa, um ano depois, continuar a debater-se mas com outro registo. Evitar-se-ia, com tal, debates estéreis e repetidos sim mas na mesmíssima tecla que antes já fora tocada também ela vezes sem conta. Há muitas receitas de bacalhau, como saberão.
- A constante insistência em se debater coisas comezinhas, pequenas e insignificantes tem dois efeitos altamente perversos: o 1º é o comezinho em si mesmo que é por tal, completamente dispensável, o chamado não-assunto, a trica e a nica, a fulanização deste ou daquele; o 2º é roubar descaradamente tempo útil e precioso para temáticas abrangentes, pertinentes e importantes. Não se percebe de todo que interesse tem discutir-se p.ex. a existência de quarentunas em Portugal quando só agora as mesmas surgem (ou seja, não há histórico para trás, sequer) e outra será falar-se sobre as causas que levam, cada vez mais, a surgirem grupos de quarentões a formarem tunas veteranas. Em suma, é urgente o elevar, por sistema e ao longo de toda e qualquer edição do ENT, a qualidade do debate a ter-se, colocá-lo num patamar que sirva tudo e todos numa fasquia alta - e não nivelar por baixo como por vezes ocorre; nada que o estudante universitário não esteja habituado.
- O modelo seguido em todas as edições, na sua estrutura, é demasiadamente ortodoxo porque estanque, fixo e não tem evoluído como deveria ao longo das várias edições. Há que pensar o ENT a cada edição, de forma a torná-lo mais atractivo, mantendo a sua génese e evoluindo na forma como é apresentado, na sequência, na estrutura evolutiva dentro do mesmo. Pode-se, p.ex. “pegar” num tema genérico e o mesmo acompanhar o ENT desde a palestra, passando pelo debate e seu contraditório, indo à tertúlia e terminando até num workshop mais abrangente. Como disse antes, o tema tuneril é absolutamente rico e consegue facilmente de um tema genérico percorrer variadíssimos pontos colaterais ou relacionados com o tema base, genérico. Andar-se a saltar de tema estanque para tema estanque é, num curto espaço de tempo de um fim-de-semana de ENT, algo pesado para os participantes, digo eu. Agilizar as temáticas é importante.
- No formato da sua apresentação há que evoluir sobremaneira: a forma de apresentar uma palestra p.ex. tem de ser mais leve, mais hábil, mais tentadora, inovadora e cativante a todos os que assistem, diminuindo assim os bocejos. Tarefa de quem apresenta os mesmos mas também de quem se predispõe a assistir de forma interessada. O contraditório é importante para suavizar os trabalhos do ENT. Mas atenção, contraditório com bom senso, sempre, de todos os intervenientes.
Ficam as dicas….mas mandem mais….!
Quarta-feira, Julho 06, 2011
SMS do dia...
Declaro "oficialmente" aberta a Silly Season.....venham, pois, os "disparates" de Verão....
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silly season 2011
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