Confesso. Desde logo, a tristeza - confirmando-se. Desejo que não.
O rasto perde-se em 2023, no seu FB. Ao que julgo saber, a última aparição em palco é anterior à pandemia, ou seja, em 2019.
Não irei pelo fácil que é sempre a “narrativa tubarão-cmtv", mas antes e sim, pelo lado mais humanista da questão - logo, nada populista ou sensacionalista.
A Tuna Universitária de Beja faz falta.
Desde logo, a Beja. Depois, ao todo tuneril, pelo que emprestou, legou e proporcionou. Quem com ela conviveu transversalmente sabe o que acabo de escrever. Quem foi a Beja ao Terras de Cante, quem esteve - como eu - em Serpa, na sua 1ª e épica edição, quem lá voltou a outras tantas, sabe do que escrevo.
Quem com a TUB privou, fora de Beja, em outros tantos certames e localidades do país e estrangeiro, saberá também do que falo.
Nunca se tratou de mais uma Tuna. Aliás, foi bem mais além naquilo que uma Tuna a sério encerra - e desculpem-me falar no passado mas sempre acreditando que há futuro.
Desconheço mesmo os pormenores - e tenho de os desconhecer, naturalmente. Fico-me pelas headlines e a pesada ausência que, a mim, me penaliza, por ser seu admirador desde sempre, por ser amigo de muitos deles e por ser também seu Tuno de Honra - e que, per si, me responsabiliza nestas palavras que agora derramo.
Espero e desejo que haja retoma, são os meus votos sinceros. Pelo menos, que esta "Aventura" ouse despoletar desassossego nas almas tuneris.
Se precisarem de algo da minha parte, disponham: É, aliás, uma agradável obrigação que me vincula - e com todo o gosto.
A TUB faz falta, nos palcos e fora deles.

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