Segunda-feira, Outubro 31, 2011

A Aventura do Buraco Parte II

Vamos, ao fim destas semanas e com a poeira mais junto ao chão, tentar perceber, afinal, o resultado prático - até agora - de tão absurda tentativa de ataque à Tuna em sentido lato.

Por ora: 3 antes tunas femininas passaram a trupes musicais por vontade própria e/ou imposta. Por ora, é este o cenário.

Se atendermos ao facto de na Academia do Porto existirem - e de acordo com a ultima contabilidade realizada - cerca de 77 tunas, poder-se-á retirar algumas conclusões desta "paródia":

1º) Um fartote de riso, concluí-se objectivamente. Stand Up Comedy mas de duvidoso gosto e nula pertinência e eficácia, como se constata. Como alguém disse neste fórum, afinal o pretenso dragão não passa de uma sardanisca.

2º) Tiro na água. Fica tudo na mesma, como é óbvio. 3 em 77 nem para amostra serve. Irrelevante. Nem se poderá chamar a tal de danos colaterais, é uma afronta à própria noção de Dano, até.

4º) Ficou claro que em momentos mais, digamos, "animados", a malta, a verdadeira malta que gosta destas coisas de forma saudável aparece, dá a cara, diz presente. Como também ficou claro quem se esconde atrás do biombo vendo nisto tudo a mesma oportunidade que um cangalheiro vê em dia de terramoto com 9.0 na escala de Richter. Sim, porque também os há.

5º) Teremos, com mais ou menos acutilância e até ao FITA - entretanto transformado em Festival Im(provável) de Trupes Académicas - alguns momentos de comédia, aqui e ali, mas nada de especial. Aguarda-se sim e antes cortes de auto-estrada por este país fora, com bidões de gasolina a arder e pitbulls a rosnar presos pela ponta da moca a impedir que as tunas do Porto façam o que vão fazer - porque sempre o fizeram e continuarão, pois, a fazer, goste-se ou não, custe o que custar, doa a quem doer.

Não carece, a meu ver, de muito mais delongas e até dados em oposto. Está tudo claro como água. Sabe-se grosso modo quem é quem. Como também se ficou a perceber claramente quem é que - e incitando por sua vez a essa lógica de confrontação que as tunas não provocaram, frisa-se - quem é que claramente perdeu e quem é que claramente ganhou, nesta imensa paródia que não tem ponta por onde se lhe pegar, afinal de contas. Aliás, tem, uma: Alguém perdeu a pouca credibilidade que ainda tinha. Agora, tem nenhuma. Tal como aqueles - poucos, grotescamente poucos - que a eles se colaram.

Sábado, Outubro 22, 2011

A Aventura do Inevitável Buraco....

Tudo isto em volta das Tunas da Academia, ultimamente, tem-me provocado algumas reacções extremamente interessantes. Desde logo uma, a meramente comparativa.

E é assaz curioso perceber - olhando para a actualidade mundial - a extrema e estranha apetência dos ditadores em final de carreira para irem parar a um qualquer buraco: Saddam Hussein foi apanhado num, depois Bin Laden noutro e agora Kaddafi num outro. Sempre o mesmo destino, um qualquer buraco, seja ele na vertical ou na horizontal, mais ou menos espaçoso, mas sempre o inevitável buraco do costume. Parece piada mas não, é efectivamente uma tipologia já clássica de final de carreira de um qualquer ditador nos dias de hoje. Antigamente, ou se suicidam antes de serem capturados - tipo Hitler, supostamente - por pudor e receio de serem apanhados vivos ou então eram mesmo presos à má fila nos palácios e mortos de imediato sendo depois expostos nas praças públicas - tipo Mussolini e, anos mais tarde, Ceausescu na Roménia. Agora, não: tudo se resume a um buraco. Até nisto os ditadores andam a perder qualidades, já não renunciam com a dignidade militar de outrora.

Toda esta questão mais ou menos profunda - qual buraco - leva-me a uma fatal conclusão e a uma não menos inevitável comparação. A conclusão é que todo e qualquer ditador, seja ele a sério ou daqueles mais aparolados à escala até Académica, acabam todos num imenso buraco. Pior, os ditadores a sério antes de lá chegarem a tão vil e triste fim pelo menos gozaram do sortilégio de terem sido o que foram; já os pequenos ditadorzecos de ínfimo tamanho ao fim e ao cabo nunca saíram do buraco. Será, pois, o caso em apreço na Academia.

É o chamado Buraco Glorioso, este que temos na Academia, mais conhecido por Glory Hole, pois enfiam a sua presunção arrogante e pseudo-ditatorial pelas tunas dentro sem saberem em concreto com quem se estão  a meter. Uns - e umas - lá lhes lambem a presunção mas outros são bem capazes de lhes enfiar uma marretada na mesma. Coisa normal num Glory Hole, dada a configuração em apreço. Afinal, há um enorme taipal entre estes pequenos e localizados Hitler´s de meia tigela e as tunas, como é óbvio. E é dos livros.

Está, pois,  claro que apesar do sórdido da questão e de ainda haver quem meta a sua pata no Glory Hole esperando que alguma desgraçada Tuna (entretanto transformada em trupe musical) lhe lamba os argumentos de forma putativamente submissa, à laia do próximo FITA, pois claro, afinal, o buraco será o fatal destino de todos aqueles que, quais Kaddafi ou Saddam, não tiveram tomates para nele evitar entrar ou então para aqueles que andam na Praxe com vis e obscuros interesses - que seriam muito interessantes de apurar publicamente, até - julgam poder condicionar a vontade das tunas. Estão, pois, os que lambem e os lambidos  no mesmíssimo buraco. Bom proveito.

Já os que que estão fora destas coisas esburacadas são muitos mais, de longe, mas mesmo muitos mais. Estão acima de qualquer buraco onde alguns estão faz décadas e outros lá caíram mais recentemente. E como estão acima de buracos destes, podem ver as coisas da única perspectiva possível que lhes assiste: de Cima.

Fiquem, pois, ditadores de meia-tigela e trupes musicais, a curtir o vosso Glory Hole; quando uns se fartarem dos outros, porque nessa cabine fechada, nesse buraco, é sempre a mesma coisa - buraco apertado que não dá sequer para mudar de posição.... - depois, já é tarde para voltar atrás. Pior, quando se foi parar ao buraco apenas e só por opção própria. Como foi Kaddafi. O que vos espera, a uns e outros, é a mesma sorte.

Segunda-feira, Outubro 17, 2011

A Aventura do(a) triste Fita.........

"Um dos efeitos do medo é perturbar os sentidos e fazer que as coisas não pareçam o que são." - Cervantes


Não tenhamos qualquer tipo de ilusão: Tudo o que se tem vindo a passar na Academia do Porto e no que a Tunas se reporta se resume/resumirá a uma sigla: F.I.T.A. O resto são danos colaterais - como sendo p.ex.  medos pueris de miúdas que já deveriam ter idade para ter juízo....


No ultimo F.I.T.U. foi bonito de se ver, sem duvida alguma, e logo na 1ª noite, um Coliseu pejado de "Velha Guarda", daquela a sério, de várias tunas da Academia (e não só) como há muito não se via, devo frisar, a encher principalmente os corredores. Coincidência? Não me parece. Quase um comité de recepção ad-hoc. É quase fatal que, ameaçada  de alguma forma a espécie, mesmo que em forma tentada, os Verdadeiros se reúnam sem necessidade de grandes repiques de sino. Quase que era expectável. Como expectável foi ver quem não apareceu, provavelmente ocupados em vislumbrar uma forma de sair deste lodo em que se meteram até ao pescoço. Noutro registo - sempre interessante - foi visualizar o ar blasé, quase de turista acidental, de quem antes, no passado, com estrondo e escândalo avançou para cima de palco que não lhe pertence. Enfim, lo que no puede ser no puede ser y  además, és imposible, já dizia Guerrita, segundo califa del toreo de Córdoba....


Obviamente que muito do que se desconfiava se confirmou nessa mesma noite: desde quem é quem, quem vai roer a corda, quem é que vai trair, quem é que se vai tornar em trupe musical e por aí fora. Até se conseguiu saber da intenção de um qualquer parvalhão praxista que e - e cito - "quer intimar alguns Tunos a depor perante a Praxe" . Ahhhh, seu Ganda Maluco!!!! Ora anda cá intimar-me, vá, anda, vá!!!!!!! Eu intimo-me com quem eu bem quiser, ó mamífero!!!!!


Mas no que toca a intimidades, ao que parece temos uma muito interessante que, basicamente, se reduz à tal sigla acima, F.I.T.A., que, como bem sabemos, é um playground para putos que são íntimos ou se intimidam com os donos dos brinquedos dessa enorme Feira Popular em que tornaram esse que, em tempos, foi o Festival Ibérico de Tunas Académicas, e que hoje mais não é que o catalisador que faz acelerar hoje, actualmente, processos de intenção, por um lado, e, por outro, condicionar tunas contra tunas; traduzindo para português, qualquer coisa como "se fores ao recreio daqueles meninos não te deixo ir ao FITA em Maio!!" . Ou seja, uma canalhice pegada, porque coisa de canalha, de chavalecos, de putos parvos sem qualquer noção de vergonha e/ou solidariedade, capazes de apunhalar os seus semelhantes, irmãos, afilhados e afilhadas, a troco de uma ida ao imenso Xiky Park em que o FITA se transformou.


Este playground é obviamente o momento, o hotpoint que origina o que está a originar, sejamos claros: se o mesmo não estivesse sob o jugo e tutela de quem está nada disto se estaria a passar. Mas o passado mostra-nos claramente que a politização do F.I.T.A. não é de agora, num trespasse comercial que anda de mãos em mãos como as pombinhas da Catrina, excepto parar nas mãos certas, ou seja, das Tunas da Academia, em sistema rotativo de organização entre as mesmas. Ao invés, trespassa-se o recreio e no ultimo trespasse a coisa descambou por completo: A prova dos nove está aí, à vista.

Há traição. E esta paga-se, mais tarde ou mais cedo, queira-se ou não: quem hoje trair semelhantes para ir para este recreio vai ficar de fora, é fatal como o Destino; o mundo tuneril auto-regula-se e não precisa de código algum para tal, basta-lhe bom senso e vergonha na cara. Quem der a facada vai ficar do lado de fora da grande Casa tuneril que, obviamente, não é o F.I.T.A., este F.I.T.A., trespassado aos "Senhores da Praxe" por tuta e meia. Quem for nisto não vai poder ir no resto que sobra, que é o resto. O resto são as tunas todas. "Só".

Antes o F.I.T.A. era - e apesar de tudo, que algumas vezes no passado critiquei duramente e pelos vistos, com razão - o Festival Ibérico de Tunas Académicas; agora é o Festival Interparóquias de Troupes Acobardadas.....triste fita para colocar na Capa e "recordar mais tarde".....



P.S. - Esta Aventura é inteiramente dedicada à Tuna Feminina da Universidade Portucalense; os testículos que lhes sobram são precisamente o que a outros/outras fazem falta.....


P.S.2 - Disse em Fevereiro deste ano, aqui, isto.

Quarta-feira, Outubro 12, 2011

A Aventura da Natural Frontalidade....

Conforme prometido aqui , os nomes das Tunas que até ao momento alinharam na "paródia" são:

Tuna Feminina do ISEP, Tuna Feminina de Medicina Dentária e Tesuna (ESTSP).


Feita a publicidade devida, aguardo o contraditório e caso exista, da parte de cada uma das supra citadas. Note-se, não é juízo de valor algum aqui tecido, apenas e só a publicidade de facto e sobre factos. Se assim não for, aguardo e publicarei o mesmo contraditório se for caso. Sem celeuma alguma e com toda a tranquilidade.

Terça-feira, Outubro 11, 2011

A Aventura da Clareza....

E eís que será ler em Manifestvm Tvnae o que, de facto, faz todo o sentido.

Vou subscrever, como me parece evidente.

Terça-feira, Outubro 04, 2011

A Aventura "Gelada"....

"Quem luta contra nós reforça os nossos nervos e aguça as nossas habilidades. O nosso antagonista é quem mais nos ajuda." - Edmund Burke [Reflections on the Revolution in France].



A Academia do Porto, em matéria tuneril universitária, possuí nada mais nada menos do que 77 Tunas, de acordo com o ultimo censos efectuado. O que a torna na cidade do Mundo com mais agrupamentos deste género. Madrid segue-se com cerca de 60. Há regiões autónomas em Espanha que não têm sequer, somando todas as suas tunas, metade das que o Porto têm. Há mais Tunas no Porto do que em todo o Porto Rico ou Países Baixos. E mais exemplos poderia dar da magnitude em causa. Números à parte, a questão prende-se essencialmente com toda a teia de relações e interesses em jogo, como em toda e qualquer cidade e/ou Academia (onde as há). Ou seja, quanto à matéria de facto, não haverá grandes diferenças entre o Porto e p.ex. Nigmegen ou Valladolid ou San Juan de Porto Rico, salvaguardando-se as devidas idiossincrasias. A grande diferença mora na amplitude que o contexto pode eventualmente tomar; Uma "cena" como esta numa cidade com 2 tunas é uma coisa, portanto; com 77 já será outra bem diferente; um "problema" deste tipo numa cidade com 5 tunas, supostamente no Porto seria um "problemão".

E digo seria porque, nessas 77 Tunas, temos de tudo: Tunas, Tunas Femininas, uma ou duas mistas. Nestas, temos aquelas que se importam e aquelas que não se importam. Nestas 77 temos tunas com ideário próprio e tunas com ideário imposto ou importado. Temos quem se preocupe com estas questões mas temos quem se esteja literalmente "nas tintas" para a mesma e porreiro, lá andam nas suas vidinhas. Temos, enfim, de tudo, fruto dessa mesma magnitude. Temos tunas de facto e tunas praticamente no "papel" ou na net. É um zoológico, básica e biologicamente falando. Logo, depreende-se o óbvio: o que serve a uma não serve a outra e assim sucessivamente. O que é importante para 35 pode ser absolutamente desinteressante para as restantes 42 e vice-versa. E nunca, como no caso do Porto, o vice-versa assumiu proporções épicas.

Ora, daqui se constatam várias conclusões:

1º) Tudo "isto" vale o que vale. Até porque a questão de fundo só se prende, em tamanho ecossistema, com um único momento: o FITA. Fora este, tudo o resto é treta; as tunas continuarão a fazer o que bem lhes aprouver, simples mais simples é impossível, venham decretos de onde vierem. Só o FITA é, nas e para as tunas do Porto, território onde quiçá esta "coisa" pode ter pernas para andar. Fora esse, estamos mais do que conversados.

2º) Melhor, assim sendo, em 77 trata-se apenas de uma questão que se resume a ...8, grosso modo. Se dessas 8 houver 4 a levar para trás logo logo - havendo muito mais a sobrar - se percebe que o FITA será sempre levado a palco seja como seja, mesmo que seja como é e neste contexto pós OPA do mesmo. Interessante seria perceber-se neste caso quem NÃO quer puto com o FITA. Isso sim, é que seria importante aferir. Porque as há - poucas mas há. E com as suas razões que a quanto a mim são do mais racional que pode haver, como a actual situação o comprova desde logo, aliás: diz-me com quem andas...

3º) Fora o FITA, concluí-se que tudo isto se trata, afinal, de uma questão de lana caprina, como soi dizer-se; tudo ficará como está, na prática, por mais ou menos parlapié que haja venha ele de onde venha. A identidade de cada tuna portuense há muito que ultrapassou determinados ditames, há muito.

4º) Portanto concluí-se o óbvio: esta "cena" só fará mossa se alguma cair no esquema. Simples. Basta andar com os olhinhos bem abertos. Mas cá está, só fará mossa quem andar na rodinha; aos outros, será para o lado que melhor dormem: Os outros são a esmagadora maioria que, desde um simples jantar, passando por festivais de renome fora de portas e terminando a idas ao estrangeiro, vêm no FITA e "nisto" tudo uma pertinência tão grande como terão os brindes do TIDE no peso do PIB português, ou seja, nenhuma. Ou seja, alguém anda a pregar para os peixinhos e faz tempo....

Assim, depreende-se:

- Que a esmagadora das Tunas do Porto, não desatentas certamente, também não perderão tempo com coisas que valem zero. Admito que alguns nem "disto" saibam, prova cabal da "importância" que "isto" tem, ou seja, nenhuma. Nihil Obstat. Enquanto "isto" decorre, todas ou quase ensaiam, toca, convivem, etc, como se nada se estivesse a passar. E são bem capazes, na sua maioria, de ter toda a razão.

- Que um universo tão vasto e por isso, tão heterogéneo dentro da homogeneidade natural, naturalmente não pode ter uma análise, por força disso mesmo, absolutamente reduzida a um mera conta de 2 + 2: Não, na Academia do Porto 2+ 2 pode perfeitamente dar 5 e quiçá, uma equação até. Só quem não é dela é que não percebe tal (naturalmente e sem qualquer intenção proteccionista ou segregacionista); Há coisas que de fora não são perceptíveis, como ocorre noutros contextos, naturalmente.

- Sem querer substituir a Maya ou Prof. Karamba, que nos próximos meses haverão muitas démarches e afins conexos de uns poucos que, à falta do essencial ou por comodismo ou por falta "deles" no sitio, que poderão, porventura, alinhar nesta "tanga" digna de anúncio de Voodoo nas paginas de publicidade de um qualquer vespertino; nada de novo, que não saibamos todos. Depois virá o Natal e as frequências e em Março cá teremos nova investida do curro no redondel costumeiro. E as outras 69 a rirem-se a bom rir, já que a tourada só assiste a 8 grosso modo; Quem não quer ser Lobo não lhe veste a pele...

Porem:

- Tudo "isto" carece de resposta. Proporcionada, à medida do cenário imposto. Certo estou - e disso tenho ecos reais - que irá ocorrer a mesma. Desengane-se que a coisa está "confinada" ao Porto, porque não está. Vai mais além. A seu tempo e lugar alguns irão perceber (se conseguirem...) tal desiderato.

- Mormente tal, não deixa de ser vista tal "coisa" da única forma possível e passível de ser vista; na boa. Lá continuarão quem de direito, na sua, a ir aqui, acolá e acoli, queiram ou não queiram, gostem ou não gostem. Aguardo ansiosamente por estradas barricadas com bidões de gasóleo agrícola a arder e gente nos aeroportos para me impedirem de tal. A mim e a mais uns - deixa lá ver, 77 vezes média de 20 por tuna, dá...ora bem....é fazer as contas.....portanto....


Termino como comecei, citando Edmund Burke. Com uma adenda: De cada vez que espirram eu até posso ligar de casa e dizer "santinho!". O oposto é que "vai no Batalha"....

Continuem, pois, Tunas do "meu" Porto, a fazer o que tão bem sabem fazer. Mas com juízo...!

A Aventura Brigantina...

No essencial será ver aqui nesta ligação os detalhes mais, digamos, logísticos.

No que toca ao essencial, Bragança e o seu ENT este ano têm dois atractivos especiais, para lá dos costumeiros: O actual cenário relativo ao relacionamento - já previsto e aqui tantas vezes falado - entre os organismos de Praxe e as Tunas, que assume actualmente contornos quer de actualidade premente, quer de efectiva importância, apenas pelo ponto de vista meramente tuneril, note-se. A situação assume contorno de alguma cautela pela sensibilidade da mesma e esperam-se, ao que sabe, algumas participações de relevo neste ENT que irão dar de viva voz testemunho de factos que urgem serem descodificados e publicitados. Não é despiciente pensar-se que saia deste ENT uma Declaração de Interesses com escala nacional.

O 2º atractivo prende-se com o lançamento do 1º livro alguma vez escrito em Portugal sobre a história da tuna estudantil nacional e não só, em formato de antecipação e para a comunidade que o acolhe, levando o mesmo livro à sua casa-mãe: nem faria sentido outra coisa. Dando sequência a um trabalho de 5 anos, esta obra será, seguramente, uma pedrada no charco no que toca ao auto-conhecimento, coisa tão arredada da tuna nacional que cavalgou nos últimos 25 anos asneiras, dogmas, mitos e tradições de 3/4 de mês.

Há, portanto, razões - para lá das habituais e normais entre Tunos quando saudavelmente convivem - mais do que interessantes para ir a Bragança este próximo fim de semana.

Inscrevam-se. Porque este ano vai ser diferENTe....